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1.12.11

Dia Mundial do Combate à Aids

Postado por Paula R. Cardoso Bruno |

No dia primeiro de dezembro é comemorado o “Dia Mundial do Combate à Aids”. O mais importante nessa data é não só conscientizar a população com relação à prevenção, como também discutir a inclusão do portador na sociedade.

Na Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids), o vírus HIV, seu causador, ataca as células de defesa do corpo. Com isso, o organismo fica vulnerável e não consegue se defender adequadamente contra diversos tipos de enfermidades, desde um simples resfriado até um câncer.

Só em 2010, a doença matou 8,6 pessoas por dia no Estado de São Paulo. Em dez anos, os casos entre homossexuais aumentaram 52%; já entre os heterossexuais, o crescimento foi de 30%. Os responsáveis pela queda no geral foram os usuários de drogas injetáveis: diminuição de 73,2%!

Na década de 80, quando foi descoberto, ser soropositivo era sinônimo de morte anunciada. Hoje, com os medicamentos distribuídos gratuitamente pelo governo, é possível viver mais e com qualidade de vida. O mais indicado para isso é fazer o teste sempre quando passar por uma situação de risco.

De acordo com Ivone de Paula, gerente da área de prevenção do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids-SP, a Aids pode ser contraída por meio do sexo vaginal, anal ou oral, o último principalmente se o indivíduo tiver feridas, como aftas, na boca. “O melhor modo de evitá-la é usando preservativos. A presença ao mesmo tempo de outra DST, como sífilis, herpes ou gonorréia, por exemplo, aumenta o risco de contágio”, comenta.

Há outras maneiras de contrair o HIV, como:

- Usuários de drogas injetáveis compartilhando agulhas;
- Tatuagem e piercing se houver material contaminado;
- Transfusão de sangue;
- Transmissão da mãe para o feto durante a gravidez.

É importante reforçar: saliva, suor e lágrimas, abraços e o uso de talheres ou pratos, entre outros, não transmitem a doença. Para Claudia Hardt, colaboradora da área de Escolas do Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios, ainda há muita falta de informação sobre o assunto. “Para mudar o comportamento das pessoas, é necessária uma divulgação maior, com um vocabulário acessível e de modo simples, para podermos conscientizar a partir da infância”, comenta.

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